Primeiramente, peço desculpas pela falta de atualização no blog. Fiquei sobrecarregada nos últimos meses de 2017 e minha vida pessoal ficou uma loucura. Comecei o ano tentando pensar no que seria melhor pra mim, quero mais leveza para a minha vida. Ano novo pede mudanças e bons desejos para o ano que se inicia. Que 2018 seja um ano de paz, amor e sabedoria para todos nós!

Livros:
Sim, consegui terminar a leitura de "A dança da morte" e em breve faço resenha aqui no blog!


Ando um pouco aérea de tudo, acabei deixando até o blog um pouco de lado, mas estou tentando retomar tudo por aqui aos poucos.

Livros:
Fico até com vergonha de dizer que ainda não terminei a leitura de "A dança da morte" e nesses dois últimos meses praticamente não li, por questões relacionadas à vida pessoal e à vida pessoal, mas logo tudo vai se ajeitando, ou, assim espero.




Quando ela tinha apenas 10 anos de idade, seu primo lhe deu uma cachorra como animal de estimação, seus pais não concordaram muito com a ideia, mas acabaram aceitando o presente para a menina, visto a felicidade estampada em seu rosto. Ela cuidou do filhotinho durante todo o percurso até sua casa. Deu-lhe o nome de Catita, pois havia ouvido uma história em que uma cachorra havia salvo seu dono do ataque de um cachorro pitbull, e sentia como se essa cachorrinha também fosse lhe salvar de alguma forma.
Catita animava seus dias, era responsável pela menina sorrir mais nos últimos dias, chegava da escola e ia correndo brincar com sua cachorrinha, todos a elogiavam por sua beleza, principalmente por ser um animal de raça, mas isso não importava para a menina, o mais importante era a felicidade que ela lhe trazia.
Toda manhã, quando a mãe da menina não conseguia acordá-la, pedia para que Catita fizesse isso, a mesma pulava na cama da menina até ela acordar, as duas se cumprimentavam e ambas voltavam a dormir, abraçadas uma na outra.